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sábado, 14 de abril de 2012

Mochilão - Cochabamba - Bolívia

Hora de ir pra casa!
Saímos de Cusco no dia 13/01/2012,  compramos passagem de Bus Cama de Cusco até La Paz. Pagamos s/ 100 (soles), companhia Nuevo Continente, ônibus bem novo!
Chegamos em La Paz no sábado (14/01/2012) e tentamos mais uma vez almoçar no Restaurante La Comedie, indicado pelo guia. Foi a maior furada, pegamos um taxi louco pra ganhar um dinheiro. Fez mais barato e nos levou até lá. Lá aonde? O Taxi não sabia onde ficava o restaurante. Rodamos um bom tempo, no final ele queria cobrar mais caro pelo tanto a mais que ele rodou, mas não pagamos. Afinal, negociamos o preço antes de entrar no Taxi! Trato é trato!
Chegamos no resutarante e mais uma vez estava fechado! Ele funciona apenas a noite.
Então pegamos outro taxi e voltamos para o centro, fomos almoçar no restaurante Brosso (Av. 16 de Julio, 1473). Depois de almoçarmos andamos por várias ruas, compramos algumas lembrancinhas, e já no final do dia começou a chover, aproveitamos para entrar na Igreja e assistir uma missa, e agradecer por toda nossa viagem.
Saindo da Igreja seguimos para o Sol & Luna Café Restaurant (Calle Murillo esq. Cochabamba), localizado em uma pequena região gastronômica chamada de 4 Corners
Saímos de lá e fomos para rodoviária, onde pegaríamos o busão que nos levaria até Cochabamba. Pagamos 90 Bs. (bolivianos) pelo Bus Cama Leito na Trans Crucero. Um bom ônibus!
Cochabamba foi a cidade que não visitamos na ida, e deixamos para fazer na volta!
Depois que descemos naquela rodoviária lotada, nos perguntávamos: "- Por que não pegamos um busão direto para Santa Cruz?". A Keila ainda acabou esquecendo a mochila de atack dela em cima do banco, e acabaram roubando! Que bosta! Na mochila dela estava, o óculos, a câmera dela com as fotos de Machu Picchu, e algums coisas que ela tinha comprado de recordação.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mochilão - Copacabana e Puno - Bolívia e Peru

Às margens do lago Titicaca, a pequena Copacabana está situada a 3.810 metros sobre o nível do mar.
Já era noite quando chegamos, como a cidade não possui terminal rodoviário, paramos na praça 2 de Febrero, a principal praça da cidade que está localizada em frente a Catedral de la Virgerm de la Candelaria.
Com as mochilas nas costas fomos procurar um lugar para dormir. Passamos em 4 hostal/hotel. E optamos ficar no Hostel Playa Azul. Um lugar aparentemente novo, em que os quartos ficam na parte de cima, e embaixo é um restaurante. Chegamos e na recepção tinha uma menina e quando perguntamos o nome dela, ela disse que não tinha nome!!! Aí pagamos a diária de 50 Bs. por pessoa e pedimos um recibo, como em todos os outros lugares, e a garota perguntou:
- Vocês estão desconfiando de mim?!
Só olhamos um pro outro e começamos a rir... =P
Fomos para o quarto, tomamos banho e descemos para jantar. Pedimos uma pizza, e ficamos uns 10 minutos esperando os pratos e talheres depois da pizza já estar na mesa. Que fome!!! 
Saímos para dar uma volta, e ver o comércio nas ruas da cidade. Copacabana é um lugar bom para fazer compras e é uma das cidades mais baratas da Bolívia, tem muitas opções de artesanatos e o que mais se encontra por lá, são roupas de lã.
Vista para o lago Titicaca da Cobertura do hotel
No outro dia trocamos de hotel, pegamos um quarto na cobertura do Las Kantutas Hotel Tourism. Pagamos 210 Bs. por um quarto com 3 camas de solteiro (para nós 4, Keila, Gilvan, eu e a Guadalupe) e mais 15 Bs. por uma café da manhã extra. Da cobertura tínhamos uma linda vista do lago Titicaca.
Hospedados novamente, saímos para procurar a agência Lago Tours, indicada pelo guia do viajante. A maioria das agências se concentra na Av. 6 de Agosto c/ Av. 16 de Julio. Fechamos o passeio da Isla del Sol por 15 Bs. cada e aproveitamos e compramos as passagens de ônibus para Puno por 20 Bs. cada.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mochilão - La Paz - Bolívia

Chegamos em La Paz dia 02 de Janeiro e não acreditamos quando o taxista nos disse que era F-E-R-I-A-D-O!!! Depois dizem que brasileiro que gosta de um feriado!!! O taxista no explicou que quando o dia 01/01 cai em um domingo, o dia 02/01 é sempre feriado...
Fomos para os hostals que o Guia Criativo para O Viajante Independente na América do Sul indicava, mas estavam todos lotados, então ficamos no Hotel Condeza por indicação do taxista.
Depois de deixar nossas coisas no hotel, saímos para conhecer a cidade e só de ver a ladeira que teríamos que subir depois, deu uma tristeza!!! rsrsrsrs
No hotel pegamos um mapa da cidade e fomos atrás de um InfoTur (Av. Mariscal Santa Cruz esq. C. Colombia) para sabermos o que a cidade oferecia. Uma das principais avenidas estava praticamente deserta e bem diferente do que nos falavam que seria...muitas buzinas e um trânsito doido...
No InfoTur encontramos uma família de brasileiros que logo nos reconheceu pela camiseta do Brasil que o Daniel estava usando. Enquanto os pais pediam informação, ficamos trocando uma idéia com as crianças que eram tão viajadas quanto nós. Super inteligentes e desinibidos, eles contaram que sempre viajavam em uma van para todos os lugares, inclusive La Paz, e no final da conversa já estavam até querendo viajar com a gente.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mochilão - Uyuni - Bolívia

Chegando a Uyuni, o ônibus para na Av. Arce esq. com C. Cabrera, onde considera-se o terminal de buses da cidade, pois a Uyuni não possui rodoviária.
Chegamos junto com vários outros ônibus cheios de mochileiros e logo fomos abordados pela única agência aberta na cidade, Sandra Travels.
A cidade é pequena, possui 1 km de raio, mesmo assim, pegamos um táxi e fomos a dois hotéis indicados pelo Guia Criativo para O Viajante Independente na América do Sul, mas ambos estavam fechados, e logo bateu o desespero, sabendo que todos aqueles mochileiros iriam procurar um lugar para ficar. Nos hospedamos no hostal Inti, em que pagamos 30 Bs. por pessoa. Havia banheiro compartilhado, mas não tinha água, e esse foi nosso primeiro dia sem banho. Salvos pelos lençinhos umidecidos.
Acordamos antes das 6h e às 7h já estávamos na rua, mas as agências só começaram abrir a partir das 8h. Entramos praticamente em todas que encontramos, e muitas delas não estavam fazendo passeio de 3 dias, apenas o de 1 e 2 dias, como era o caso das duas mais recomendadas, a Cordillera Traveller, e a Colque Tours. Os preços variavam de 750 a 1200 Bs. De todas que olhamos a que mais nos atraiu foi a Sandra Travels, a mesma que tinha nos abordado no dia anterior. Fechamos o passeio de 3 dias por 850 Bs. cada, sendo que teríamos que pagar o bilhete de ingresso à Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa por 150 Bs. Também compramos as passagens de bus para La Paz, por 100 Bs. cada.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mochilão - Sucre e Potosi - Bolívia

No dia 28/12 acordamos em Santa Cruz e partimos de táxi (60 Bs.) para o aeroporto, afinal, tínhamos um vôo marcado para às 10h15 para Sucre.
Chegando lá, nos informamos sobre pagar alguma taxa de embarque, pois haviamos procurado, ainda no Brasil, pelo site da Decolar.com que cobrava só de taxa, o valor de R$ 111,00 cada e também procuramos por agência de viagem, da qual compramos a passagem por R$ 116,50 cada, então, por essa diferença, estávamos preparados para pagar uma taxa de uns R$ 100,00 mas tudo que pagamos foi 15 Bs. cada, por ser vôo nacional. Em um vôo internacional o valor da taxa é de US$ 25.
Lá encontramos as brasileiras Thais e a Amanda que também pegariam esse vôo que atrasou e foi transferido primeiro para as 12h30 e depois para as 14h. Aproveitamos para almoçar no próprio aeroporto que tem a Subway como uma das opções.
Já dentro do avião, em 30 minutos estávamos em Sucre e havíamos saído de 416 metros acima do nível do mar para 2.750 metros acima do nível do mar sem nenhum sintoma de mal de altitude. Pegamos um táxi até a praça central por 30 Bs.
Em Sucre passamos a tarde e aproveitamos para conhecer e fotografar alguns lugares que havíamos recebido indicação, como a loja Chocolates Para Ti (realmente muito gostosos), Plaza 25 de Mayo e o Mirante Recoleta onde há uma feirinha de artesanato. Também aproveitamos para cambiar mais alguns dólares a 6,90 Bs. na Casa de Câmbio España que fica na C. España, 134.
Às 18h30 pegamos um táxi rumo à Potosi por 35 Bs. cada. A viagem durou mais ou menos 2h30 enquanto de ônibus levaríamos 3h a 4h por 20 Bs. A estrada é muito perigosa com curvas do início ao fim e se torna ainda mais assustadora dependendo do motorista (maestro) que você pegar. Por esse motivo, seria melhor termos saído até às 17h, pois pegamos um longo trecho de estrada a noite.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Mochilão - Puerto Quijarro e Santa Cruz - Bolívia

Nossa viagem de mochilão pela Bolívia e Peru, começou no dia 26/12/2011 às 6h30 saindo de carro de Campo Grande/MS rumo à Corumbá/MS, pela BR-262. Os mochileiros dessa aventura são: Daniel, Guadalupe, Gilvan e Keila.
No caminho para Corumbá descobrimos que há um pedágio (nunca haviamos ouvido falar em pedágio, nas estradas do Mato Grosso do Sul!!!) e acabamos passando direto, ai ouvimos o rapaz chamando...ei, ei...rsrsrs...voltamos e pagamos a quantia de R$ 5,50 (carro passeio) para então seguirmos viagem.
Já em Corumbá, almoçamos na churrascaria Laço de Ouro (self service R$ 17,00 e rodízio R$ 25,00), pegamos nossas passagens do Trem da Morte compradas com uma semana de antecedência, por um amigo residente em Corumbá e fomos deixar o carro no Hotel Timoneiro, do Sr. Kurikaka.
Saimos com as mochilas nas costas rumo a Praça Independência, chegando lá um cambista nos ofereceu vale-transporte por R$ 2,25, mas como em nossas pesquisas o valor era de R$ 2,00, perguntamos diretamente ao motorista do bus que passou às 14h30, que no confirmou ser esse o valor. Optamos por esperar o próximo ônibus já que este estava cheio e o mesmo passa a cada 30min, mas como em toda viagem de mochileiro há imprevistos, esse foi nosso primeiro, o próximo foi passar às 15h25, isso depois de dispensarmos uma carona e um taxista que disse que o bus havia quebrado e só passaria outro lá pelas 20h!!! Embarcamos nesse de 15h25 e ao passar pela catraca fomos cobrado o valor de R$ 2,40, sem saber qual realmente era o preço da passagem. Em alguns minutos estavamos na fronteira. Levamos um susto quando vimos uma enorme fila para carimbar a saída do Brasil em nossos passaportes, sendo que às 18h30 saíria nosso Trem. Encontramos uns brasileiros na fila, que nos deram umas dicas, então, demos um jeitinho brasileiro, conseguimos nosso carimbo de saída do Brasil e partimos para alfândega (aduana) boliviana. Ao entrar no país, ganhamos 1 hora em relação ao horário de Campo Grande/MS.
Para nosso azar, dia 26/12 era feriado em Puerto Quijarro e não tinha como carimbarmos nossas entradas na Bolívia, mas nos informaram que teríamos 24h para pegar a permissão (permiso), então paramos em uma barraquinha logo depois da aduana e trocamos apenas R$ 50,00 (câmbio a 3,30 Bs.), nossos primeiros bolivianos, pois imaginamos que em Santa Cruz a cotação seria melhor. Pegamos um táxi e fomos para ferroviária esperar nosso trem, onde encontramos mais alguns brasileiros.
Ao embarcar, fomos cobrados uma taxa de 10 Bs. para despacho de cada bagagem, sem contar que já havíamos pago 257 Bs. (Ferrobus-cama) por cada bilhete de trem.
O trem é confortável, possui DVD, ar-condicionado, banheiro (baño), janta (cena) e café da manhã (desayuno) já estão inclusos no valor do bilhete. Mas não espere um banquete, a comida é simples e nem sempre pode agradar a todos pelo visual. Você também pode comprar água (5 Bs.) ou refrigerante (6 Bs.).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Preparativos para mochilão na Bolívia e Peru 2011 / 2012


Tudo começou com um simples e-mail sugerindo um mochilão pela Bolívia e Peru, e a partir dai os e-mails não pararam mais, uma programação de meses, com documentos e planilhas onlines, além das muitas pesquisas e roteiros de amigos e conhecidos.
Para se fazer um mochilão é preciso pesquisar muito, e quanto mais você pesquisa, mais você descobre que precisa pesquisar!
Essa palavra "pesquisa" nos torturou por muitas vezes, já cansados de tanto pesquisar, sabiamos que ainda não era suficiente.
Descobrimos que para entrar na Bolívia é preciso tomar a vacina de febre amarela, o ideal é tomá-la com 30 dias antes do início da viagem, para que a vacina já tenha feito efeito, mas com 10 dias, eles já aceitam. Essa vacina é obrigatória, e após tomá-la, é necessário ir até uma agência da ANVISA, apresentar sua carteira de vacinação e pegar a carteirinha Internacional de Vacinação.
Documentos de Identidade são aceitos na Bolívia e Peru, porém estes devem ser recentes, com no mínimo 10 anos e com foto recente. Se possuir passaporte, melhor ainda, o passaporte é seu documento de itentificação mundial e é aceito em todos os países. Para viajar pela América do Sul você não precisa de visto. No nosso caso, optamos por todos levarem passaporte.
Neste poste falaremos de alguns tópicos das nossas pesquisas que achamos interressante: