domingo, 16 de novembro de 2014

Fazenda Várzea Alegre - Rio Verde de Mato Grosso - MS

Feriado sábado, vamos viajar? Essa foi nossa ideia, curtir uma cachoeira, churrasco, violão e batata de churrasqueira.
Tripulantes de Campo Grande: Paulinho, Faustria, Vagner, Flavia, Hebert, Mariana, André, Guadalupe,
Luis, Gislayne,Nathália, Alexsander, Vivian, Eliane, Rhay, Taynara, Gilvan, Willian e Daniel
A ideia inicial era acamparmos, sem luxos, tudo a “moda sul-mato-grossense”, mas por votos da maioria resolvemos ir para um lugar onde já tivesse quarto, ventilador, roupa de cama, tudo que não há em um “VERDADEIRO ACAMPAMENTO”. Então, após várias conversas por e-mail, Skype e WhatsApp, decidimos ir para a FAZENDA VÁRZEA ALEGRE, localizada no município de Rio Verde – MS a 200 km de Campo Grande – MS de onde partiram a maioria dos tripulantes.

Quarto da fazenda com cama de casal, beliche e banheiro
Nessa viagem a turma foi grande, estávamos em 21 viajantes, sendo 19 partindo de Campo Grande – MS e 2 de Rondonópolis – MT. A Fazenda Várzea Alegre tem como estrutura quatro quartos com um ventilador “de turbina de avião” (imaginem um ventilador forte), um beliche e uma cama de casal, uma cozinha com fogão a lenha, fogão a gás, uma geladeira, mesa grande de madeira, e uma área de lazer com mesa de sinuca (lembrando que a ficha é 1 real). Para utilizar a estrutura deve ser acordado com os donos da Fazenda, senhor João Bosco e senhora Dejacir - contato (67) 9963-1851. O valor de cada quarto é R$ 150,00 para 4 pessoas, o camping custa R$ 30,00 por pessoa.
Locamos os 4 quartos (valor R$ 120,00 cada quarto, com desconto) e utilizamos toda a estrutura da cozinha, porém, levamos panelas, caixas térmicas, formas, facas, garrafas térmicas, grelha, panela elétrica de arroz, panela elétrica de pressão, panela grande, tábua de carne e utensílios para servir.
Os itens de higiene ficaram por conta de cada um, também levamos colchões de ar e barracas.
Divisão dos quartos: Essa foi fácil e rápida!!! Quarto dos “Boys” e quarto das “Girls”.
Refeições: Café da manhã foi colonial, com sanduíche de pão de forma, com presunto, queijo, requeijão, manteiga, maionese, tomate, orégano (todos itens opcionais), e um delicioso suco de “saquinho” conhecido como mancha pulmão, batido no liquidificador de garrafa pet. Nosso almoço no sábado foi churrasco, e no domingo um bife na chapa. A janta do sábado foi arroz carreteiro clássico, com a carne que sobrou do churrasco.
Tripulantes de Rondonópolis: Felipe e Kamilla
Agora chega de escrever o que teve na viagem e vamos aos acontecimentos. Primeiro foi a viagem em que todos estavam com seus relógios ajustados, pois marcamos às 5h da manhã no posto na Av. Mascarenhas de Moraes em frente ao Condomínio Monte Castelo e todos estavam no horário marcado em ponto, porém, a ideia foi para quem chegasse por último dormiria no colchão no chão, ainda bem que ninguém lembrou que eu cheguei por último rsrsrsrsrs.
Nossa ida foi tranquila com uma parada no caminho pois estavam arrumando a rodovia. Na ida já começaram os apelidos, viajante Hebert foi apelidado de “Marcha lenta”, por andar dentro das normas de trânsito na rodovia, porém, esse apelido iria ser extinto no decorrer da viagem.
Chegando na fazenda fomos para o delicioso café da manhã colonial, em seguida fomos curtir uma cachoeira. A Fazenda tem duas cachoeiras, Cachoeira Várzea Alegre e a outra, Cachoeira Ovo Negro, que precisa ser feita uma trilha de 800 metros, bem tranquila.
Cachoeira Várzea Alegre

A Cachoeira Ovo Negro é magnífica, água cristalina, gelada, com lugares de mais de 3 metros de profundidade, um local totalmente “Natureza”.
Cachoeira Ovo Negro

Acontecimentos marcantes:

André na rede
- Vamos aos acontecimentos, essa viagem ficou marcada pelas risadas, nosso amigo André Mamão, foi o “Cara” da viagem, sua esposa Mary havia dito que ele não queria ir, após algumas palavras carinhosas ela o convenceu, e agora ele não fica fora de mais nenhuma viagem, foi o cara das histórias, como a do “Mamão”, da “Madeira na Privada”, “A Faquinha” etc. Mas o melhor é que o cara não entrou na água nem do chuveiro, ficou todo o tempo em sua fiel escudeira rede.


Churrasqueiro Alexsander
- Churrasco de Domingo: tivemos um churrasco de vampiro, com um pouquinho de sangue, porém foi justificada pelo “Santista churrasqueiro” que a carne estava congelada por dentro, dessa forma não assou.

- Busca da Nascente: fizemos uma busca a nascente das cachoeiras, que conforme o Senhor João Bosco, ficava a 600 metros da Cachoeira Ovo Negro, e lá foram os brutos, Daniel, Willian (azeitona), Luisinho e Rhay. Andamos na mata, na água e depois de muito andar, vimos que a nascente não queria ser achada e voltamos, o melhor foi que na ida quebramos galhos, colocamos galhos em cupins para marcarmos na hora de voltar, e na volta achamos 10 cupins todos sem galhos, mas graças a mim, ops... Rhay achamos o caminho de volta, após fazermos uma descida de bunda no morro.

- Engenharias de Daniel: nosso engenheiro Daniel, usou seus conhecimentos técnicos em duas ocasiões, a primeira fez uma adaptação no chinelo da Nathália pois tinha arrebentado, e depois, após a máquina de arroz da Eliane (Lika) cair no chão, Daniel utilizou a “fórmula de apertar parafuso” e a máquina voltou a funcionar.

Morro
- Subida no Morro: viajantes e aventureiros, Daniel, Guadalupe, Nathália, Luis, Gislayne, Taynara e Rhay, fizeram subida no morro, uma trilha um pouco íngreme que no final vale a pena o local, uma vista ampla da fazenda, um local privilegiado e ótimo para fazer um luau, como sugerido pelo Daniel. 

- Hebert – O TEM DE TUDO: esse cara é praticamente um Inspetor Bugiganga, o cara tinha tudo para acampamento, quando digo tudo, é tudo mesmo, até espremedor de limão. Qualquer coisa que pedíamos ou falávamos que esquecemos, ele corria na sua caminhonete e pegava, dentre as coisas, tinha, sanduicheira de fogão, um fogareiro a etanol, mesa, cadeira, panelas de todos os tipos, pratos, copos, vasilhas, pilhas, aspirador e soprador, etc. Resumindo, ele é fera no acampamento.

Café da manha na área da cozinha
- Cabeçada do Gilvan: o teto da cozinha é um pouco baixo, então deve ter cuidado ao andar, e nosso amigo Gilvan em um descuido bateu a cabeça com muita força, ao ponto de machucar, mas graças a Deus não foi nada grave, só o deixou com cara feia todos os dias do acampamento rsrsrsrsrsrs.

Sheik, Luis, Nathália, Dejacir, João Bosco, Guadalupe e Daniel
- Amor entre Luis e Sheik: tivemos um caso de amor à primeira vista, entre Luis e Sheik, o cachorro da fazenda. Foi um amor incondicional, ficamos preocupados pois a Nathália estava ficando triste, mas ainda bem que os dois ficaram somente em um “caso”.
  

- Apelidos da viagem:

Daniel – O CHEFE
Luis – Comedor de Calango, FRU
André – Mamão
Mary – “Minha Princesa”
Alexander – Santista Churrasqueiro
Hebert – Tem de tudo, Inspetor Bugiganga, Marcha lenta


A Viagem foi ótima e barata graças a organização do nosso “chefe” Daniel, cada um investiu R$ 140,00, para despesas de comida, hospedagem e combustível.


Vamos repetir galera!!!! 2015 é o ano dos feriados, então bora programar...

Abraços a todos.


Rhay Rodrigues Fernandes

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